Maringá Travel News – México facilita entrada de brasileiros e Brasil amplia capacidade aeroportuária


México retoma visto eletrônico para brasileiros e facilita
entrada de turistas

 

Entrou em vigor no dia 5 o sistema eletrônico de emissão de visto para turistas brasileiros que desejam ingressar no México por via aérea. A medida marca a retomada do e-Visa após quase quatro anos de exigência do visto físico e representa um movimento estratégico para facilitar o acesso de visitantes do Brasil ao destino, especialmente para viagens a turismo sem permissão para atividades remuneradas.

De acordo com comunicado oficial do Consulado do México em São Paulo, a operação do sistema foi iniciada conforme a normativa migratória vigente, permitindo que cidadãos brasileiros realizem todo o trâmite de forma digital. O visto eletrônico é gratuito, emitido em poucos minutos e passa a substituir o processo presencial que exigia agendamento em consulados e o pagamento de taxa consular.

A retomada do e-Visa reposiciona imediatamente o mercado brasileiro como prioritário para o turismo mexicano, em especial no Caribe Mexicano. Autoridades do setor destacam que destinos como Cancún, Playa del Carmen, Riviera Maya e Cozumel historicamente concentraram um volume relevante de visitantes do Brasil, fluxo que foi fortemente impactado após a adoção do visto físico.

Companhias aéreas que operam rotas para o México já estão adequando seus processos às novas exigências. Passageiros brasileiros viajando ao país ou em trânsito devem apresentar passaporte válido e o comprovante do visto eletrônico com QR Code, impresso ou em dispositivo móvel. Para garantir a validação da documentação, podem ocorrer restrições à emissão de cartões de embarque digitais e em totens de autoatendimento, exigindo atendimento presencial no aeroporto.

Vistos físicos emitidos antes de 5 de fevereiro de 2026 seguem válidos até a data de expiração. Além disso, permanecem isentos de visto mexicanos os brasileiros que possuam visto válido ou residência permanente nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Japão, países do espaço Schengen ou da Aliança do Pacífico, sendo necessária apenas a apresentação da Forma Migratória Múltipla (FMM).

A expectativa do trade turístico é de retomada gradual e consistente do fluxo brasileiro. Redes hoteleiras internacionais projetam crescimento relevante já no curto prazo, impulsionado pela redução de barreiras de entrada e por investimentos em novos empreendimentos no país. O restabelecimento do visto eletrônico é visto como um catalisador para a recuperação da conectividade aérea e do protagonismo do Brasil como mercado emissor estratégico para o México.


Investimento federal acelera modernização aeroportuária e amplia capacidade da aviação nacional

O governo federal anunciou um novo pacote de investimentos voltado à modernização da infraestrutura aeroportuária brasileira, com aporte de R$ 5,7 bilhões destinados a aeroportos operados pela Aena Brasil. A iniciativa integra o Novo PAC e tem como objetivo ampliar a capacidade operacional, qualificar a infraestrutura e impulsionar a movimentação de passageiros nos principais terminais envolvidos.

Do total anunciado, R$ 4,64 bilhões serão financiados pelo BNDES, em uma estrutura de crédito desenhada para viabilizar investimentos de longo prazo. O modelo adotado é o project finance non recourse, no qual o pagamento é lastreado no fluxo de receitas dos próprios aeroportos, garantindo previsibilidade financeira, mitigação de riscos e fôlego para a execução das obras.

O plano contempla 11 aeroportos distribuídos por quatro estados brasileiros, com intervenções focadas na superação de gargalos históricos da aviação civil e na ampliação da conectividade regional. A estratégia busca equilibrar investimentos entre grandes centros e terminais do interior, fortalecendo a malha aérea nacional e estimulando o desenvolvimento regional.

O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, concentra a maior parcela dos recursos, com R$ 3,8 bilhões previstos na primeira fase. O projeto inclui a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação expressiva da área construída, expansão do pátio de aeronaves, aumento do número de pontes de embarque e fortalecimento da área comercial.

Além de Congonhas, o pacote inclui aeroportos em Mato Grosso do Sul, Pará e Minas Gerais, com obras em diferentes estágios de execução e conclusão prevista até 2026. Esses terminais passam por adequações estruturais e operacionais que visam ampliar eficiência, capacidade e qualidade dos serviços oferecidos aos passageiros.

Atualmente, o conjunto desses aeroportos movimenta cerca de 29 milhões de passageiros por ano. Com a conclusão das intervenções, a capacidade poderá ultrapassar 40 milhões de passageiros anuais, consolidando um avanço estrutural para a aviação brasileira e reforçando o papel estratégico da infraestrutura aeroportuária no crescimento e na integração do país.

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